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quarta-feira, 8 de outubro de 2014


VMA 2013: A Apresentação Chocante de Miley Cyrus e a Nova Persona de Lady Gaga

 
 A edição de 2013 do VMA não foi sobre música. Não foi nem mesmo sobre o simbolismo que eu descrevi nos últimos anos. O evento todo foi basicamente a MTV dizendo: "Não há nada para comemorar na música pop neste ano, então aqui está apenas uma apresentação bizarra de tudo que há de errado na indústria do entretenimento".

Escrevi extensos artigos sobre as premiações VMA anteriores, porque elas estavam cheias de simbolismo e mensagens ocultas. Neste ano, nem tanto. Tratava-se de promover grandes artistas e seus mais recentes álbuns. Mas, principalmente,o show foi sobre fazer acontecer um momento "chocante" que faria os meios de comunicação falar sobre isso sem parar por dias. Miley Cyrus fez isso acontecer.

Miley Cyrus: A Escrava da Indústria Escolhida Dessa Vez

A performance de Miley Cyrus no VMA foi qualificada por muitos como um "lixo" e "vergonhosa". Foi realmente uma visão estranha de se ver. Era como se ela estivesse fazendo isso de propósito para envergonhar-se. Bem, aqui está um momento de clareza: realmente sua apresentação foi feita de propósito e, ainda mais, foi tudo encenado. As pessoas que comentam sobre Miley Cyrus parecem esquecer um enorme detalhe: Há uma enorme máquina de marketing por trás de Miley Cyrus e sempre existiu. 

  A imagem de Miley foi muito comercializada pela Disney desde os 
dias em que ela assumiu o papel de Hannah Montana - uma menina 
que (apropriadamente) teve uma alter persona de palco, com uma peruca
 diferente. Os produtos de Hannah Montana muitas vezes continham 
borboletas neles, um lembrete de como ela era uma 
escrava de programação Disney. 

Miley assinou agora contrato com a Hollywood Records, uma gravadora que foi fundada por Michael Eisgner, um empresário da Disney. Portanto, apesar das aparências, Miley e sua imagem ainda são de propriedade da Disney. A Hollywood Records também possui outras estrelas "infantis" como Demi Lovato, Selena Gomez e os Jonas Brothers. Cada artista dessa gravadora teve uma imagem cuidadosamente elaborada para ser comercializada ao seu público-alvo. 

Como um produto de programação Mickey Mouse, Miley passou por um clássico tratamento "boa menina tornando-se má". De uma menina boazinha, filhinha de papai saudável, Miley se transformou em uma aberração sexual que vive mostrando a língua e fazendo careta sem motivo. Enquanto a maioria das pessoas provavelmente estão desaprovando o comportamento de Miley, eles não percebem que essa coisa toda coincidiu com o lançamento de seu novo álbum - e que tudo foi ordenado por seus manipuladores. Em outras palavras, ela foi selecionada e programada para ser o exemplo principal deste ano de uma "boa garota se tornando má", um processo que a elite oculta quer que o público testemunhe constantemente. Eles querem que as massas vejam a inocência e a integridade se degradando e se tornando um lixo. Eles querem que a cultura pop e os jovens em geral sigam o mesmo processo. Enquanto a alquimia é a respeito de transformar pedra em ouro, as massas estão testemunhando o processo oposto. 

A apresentação no VMA de Miley é sobre uma estrela infantil que era amada por milhões de jovens, mostrando o que a indústria tem feito para ela. É sobre quebrar a inocência de seus fãs por ter-lhes testemunhando sua metamorfose em um gigante caricatura obcecada por sexo. Eu estou usando a palavra caricatura porque é seguro dizer que Miley não era 100% ela mesma durante o VMA. Seu comportamento excessivamente sexualizado era característico de uma escrava de programação Beta que estava no modo "on". No entanto, a presentação não foi só sexual, foi feito também (e principalmente) para ser constrangedora a si mesma - como se fosse um ritual humilhante e doentio. Vestida e estilizada para se parecer com uma menina malcriada, pulando com ursos de pelúcia gigantes, a performance de Miley foi sobre provocar uma reação negativa do público, continuando a agenda permanente de sexualizar tudo o que está relacionado com a infância. 

As coisas ficaram ainda mais estranhas quando Robin Thicke entrou para cantar Blurred Lines. Como o próprio nome um tanto estipula, essa música borra a linha entre ser um sedutor e alguém assustador. Seu vídeo tem uma estranha vibe manipulador-escravo, onde Robin, Pharell e TI estão todos bem-vestidos, enquanto as mulheres que dançam em torno deles estão completamente nuas... E eles cantam para elas versos como "Você é um animal".

  Enquanto "Blurred Lines" parece ser nada mais do que um vídeo "divertido e 
sexy", o fato de que os cantores estão totalmente vestidos, enquanto as modelos estão
 completamente nuas denota uma forte relação de dominância. Forçar escravos
 ficarem nus enquanto os mestres estão vestidos é um estratagema psicológico
 clássico para fazer escravos se sentirem impotentes, vulneráveis e inferiores. 

Portanto, não é uma coincidência que Miley cantou esta música em particular durante o VMA. Sua atuação inteirinha vai ao encontro do espírito da música e, como no vídeo, há uma relação manipulador/escravo acontecendo durante a performance.

  Durante "Blurred Lines" Miley agiu como uma verdadeira escrava de
  programação Beta - enquanto Robin agiu como um manipulador. Seu estranho 
terno apresentava uma estampa dualista (preto e branco) que é usada durante a
 programação real de escravos MK. Havia também algo de estranho ao ver essa 
menina de 20 anos (vestida para se parecer mais jovem) 
esfregando-se neste homem de 36 anos de idade. 

Enquanto Miley estava ficando louca no palco, as câmeras mostrando o público revelavam que as pessoas não estavam achando divertido. As expressões faciais variavam de choque, desespero a "WTF". Pôde-se quase sentir o ódio que emanava daquele lugar - e de toda a nação - enquanto ela estava no palco. E isso é o que "eles" (os manipuladores de Miley) estavam querendo. Miley foi preparada e configurada para levar essa onda. Miley foi até ridicularizada durante a introdução de sua  própria performance. A premiação da MTV precisava de sua marca registrada de causar um momento de "choque" e a indústria precisava de seu "bode expiatório" para manter o seu sistema oculto MK-Ultra doentio. 

A roupa de urso com um olho só estava com ela o tempo todo.

 O urso caolho basicamente disse ao mundo quem estava 
por trás dessa encenação ou "evento de falsa bandeira".

Embora a "controvérsia" em torno de Miley possa ajudá-la a vender mais discos por um tempo, a humilhação pública em curso que está sendo forçada sobre ela por seus manipuladores provavelmente irá causar  algum tipo de colapso no futuro. Em um artigo publicado em 2011, o pai de Miley, Billy Ray Cyrus, afirmou que seus manipuladores (essa é a palavra que ele usou) tiraram-no do círculo e disseram-lhe para "tomar conta de sua própria vida." À semelhança de outros escravos da indústria, Miley não tem contato com sua família. Na entrevista, Billy Ray acrescentou que "Satanás estava atacando a sua família", que ele estava com medo de vê-la ir pelo mesmo caminho trágico de Anna Nicole Smith (um escrava Beta Kitten) e Michael Jackson (morto pela indústria).

Essa performance e a reação pública que se seguiu é uma prova do forte controle que a indústria tem sobre seus escravos. Tenho a certeza de que, no fundo, Miley sabia que tudo isso é ridículo e embaraçoso. Mas não há nada que ela possa fazer a respeito disso. 

Lady Gaga

Não havia muito mais para o VMA deste ano. Posso imaginar os executivos da MTV dizendo para os assessores de Justin Timberlake: 


- Que música Justin vai cantar? 
- Seu novo single. 
- Isso não é suficiente. Temos um monte de tempo para preencher aqui.
- Quantas músicas você quer que ele cante? 
- TODAS...
- Huh?
- Faça-o cantar CADA UM DOS SINGLES que ele já gravou. Traga de volta o NSYNC se você precisar. Temos todo o tempo livre para preencher aqui.
- Hum, OK.

Mas, falando sério, além de Miley Cyrus, Lady Gaga também ganhou um pouquinho de atenção. Seu novo single "Applause" é basicamente uma continuação do seu tema "The Fame Monster" em que ela é uma performer que busca desesperadamente a atenção e a fama. Gaga está pronta para fazer qualquer coisa para obtê-la, mesmo que isso signifique fazer acordo com a elite e inserir em seu trabalho seus símbolos.

  Gaga começou sua performance com a cabeça dentro de um quadrado 
branco - como se estivesse dizendo que ela é uma "tela em branco". Ela está
 pronta para ser pintada de qualquer maneira possível para obter aplausos. 

Nós rapidamente vemos quem "pinta" Gaga. 

  Durante seu primeiro verso, Gaga usa a peruca que ela teve nos vídeos do 
seu primeiro álbum, como Paparazzi. Ela faz o sinal do um olho para se 
certificar de que você saiba que a sua tela em branco foi 
preenchida pela Agenda Illuminati.

 Durante o segundo verso, ela usa a peruca que ela tinha no vídeo 
"Telephone" - o vídeo foi sobre programação MK e matar civis... lembra?
 Ela faz o sinal do um olho para que você saiba que também ela faz 
parte da Agenda Illuminati.

  Na última parte de sua performance, Gaga revela a sua última 
"persona" - uma encarnação da deusa Vênus, como retratado em 
"O Nascimento de Vênus", de Botticelli (e como visto no Imagens 

  Por que Gaga resolveu encarnar Vênus? A associação entre o planeta 
Vênus e a luxúria remonta a milhares de anos - desde os tempos de 
Ishtar, a deusa babilônica do sexo e da luxúria que foi associada
 com Vênus (mais sobre isso em breve).

Gaga passou o resto do VMA como Vênus, basicamente sentada, deixando  as pessoas saberem que ela agora é Vênus, a deusa do sexo. Há também um segundo nível, oculto para a importância de Vênus em mistérios ocultos. 


"Como a estrela da manhã, Vênus é visível antes do nascer do sol e como a estrela da noite que brilha imediatamente após o pôr-do-sol. Devido a essas qualidades, uma série de nomes foram dados a ela pelos antigos. Por ser visível no céu ao pôr do sol, ela foi chamada de Vesper, e como ela surge antes do sol, ela foi chamada de a falsa luz, a estrela da manhã, ou Lúcifer, que significa o portador da luz. Por causa dessa relação com o sol, o planeta também foi referido como Vênus, Astarte, Afrodite, Isis, e a mãe dos deuses".

- Manly P. Hall, The Secret Teachings of All Ages



A "Mother Monster" é, aparentemente, agora a "Deusa Mãe". A performance de Gaga foi, em suma, uma homenagem a suas personas anteriores e o "nascimento" de uma nova - aquela que se encaixa com a mitologia e simbolismo da elite oculta.

 Conclusão

Embora a reação da mídia de massa contra Miley Cyrus seja exclusivamente dirigida a Miley Cyrus, a grande figura está completamente sendo perdida (ou ignorada). Se "observadores" e "críticos" prestassem um pouco mais de atenção, eles talvez viriam o que está realmente acontecendo: Miley Cyrus está, mais do que nunca, possuída e controlada pela Disney. Sua imagem, sua música e sua performance são totalmente determinadas por seus manipuladores. Por alguma razão doentia, ela foi escolhida este ano para envergonhar-se e traumatizar todos os jovens que cresceram assistindo a ela. Miley foi oferecida como um "sacrifício" ao público, enquanto acrescentava algo mais ao colapso total da cultura popular. Sua apresentação foi coreografada e encenada para ser o mais irritante e desagradável possível. Desde o cabelo e a roupa que não fizeram jus às constantes mostradas de língua, e à obsessão com uma dança execessivamente sexualizada, sem ter os atributos físicos para fazê-la... tudo foi planejado para incomodar todo mundo. 

Enquanto as massas estão rindo e apontando o dedo para Miley Cyrus, aqueles que mandam nela estão rindo e apontando para as massas... porque elas estão caindo direto nesse processo de humilhação doentio.  Miley é apenas um fantoche e precisamos olhar para aqueles que estão puxando as cordas. Nós também precisamos olhar para aqueles estão fazendo isso com pessoas como Miley Cyrus e, especialmente, com a nossa juventude em geral. Não se trata de uma única garota que perdeu seus modos, trata-se de um sistema que faz os jovens perderem o seu caminho.