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sábado, 13 de setembro de 2014


Mensagem Subliminar nas Músicas


A música e a violência
É, realmente há muito mais coisas entre o céu e a terra, que a vã filosofia imagina. A história se repete, a violência volta a ocupar praticamente todo o espaço na mídia. A violência é fruto principalmente da rebelião do indivíduo aos valores e conceitos sociais, morais e políticos de uma sociedade. Foi a partir dos anos 50 que estes aspectos de rebeldia marcaram de maneira muito profunda toda cultura jovem não só norte-americana, mas mundial. Estes jovens viveram e cresceram dentro de uma sociedade consumista e materialista, tendo como pano de fundo, as cenas recentes ainda muito vivas e todas as consequências cruéis da 2ª Guerra Mundial.
A música (rock) foi, sem dúvida, o grande meio de catalização, como linguagem única da juventude, capaz de expor e traduzir todos os seus anseios e conflitos, provocados pelas desigualdades sociais e raciais, problemas existenciais, lares desfeitos e desajustados, reflexos e seqüelas impiedosos da guerra. A música, antes da década de 50, era bifurcada em 2 grandes mercados: a chamada música para brancos, produzida por grandes gravadoras para um público nacional, constituída de música erudita e romântica e a música para negros (o blues e o rhythm and blues), produzida por gravadoras menores, para um público bem menor.
Por sua vez, o "country-and-western", música caipira dos brancos pobres, de natureza folclórica e origem rural, era tão marginalizada quanto à dos negros. A fusão destas tendências musicais, que veio a se chamar de rock'n'roll, de estilo contestatório, foi 'adotada' pelos jovens de classe média branca, como forma de se rebelar contra os padrões sociais estabelecidos na época, por seus pais. A indústria cultural norte-americana percebendo o emergente mercado que se abria com o rock e sua filosofia de vida, investiu pesado nos cantores brancos, uma vez que o mercado nacional relutou no início para aceitar o seu estilo agressivo, lançando Bill Halley e em seguida, Elvis Presley (nos Estados Unidos), e os Beatles ( na Inglaterra, depois de l962).
O cinema, importante meio de formação de ideais e valores da época, não ficou de fora neste processo. Já havia sido lançado o filme "The wild one" (O Selvagem) em l953, com Marlon Brando que retratava o choque entre a sociedade organizada e uma juventude "selvagem" e sem rumo. Em 1955 lançou "Rebel without a cause" (Juventude Transviada) com James (Jimmy) Dean, que tratava dos jovens "rebeldes sem causa" da época. Mas foi com o filme "Blackboard Jungle" (Sementes da Violência) também com James Dean, de l955, com a trilha "Rock around the clock" de Bill Haley, o já então hino de guerra dos jovens, que a verdadeira 'semente da violência' seria lançada, como uma verdadeira bomba no universo mental dos adolescentes. James Dean, o maior mito do cinema da época, foi 'idolatrado' e imitado por toda uma geração, como símbolo de rebeldia contra a sociedade consumista e tradicional. Logo, todos estavam usando o mesmo estilo de corte de cabelo, jaquetas de couro e jeans como uniforme.
"Coincidentemente", na mesma época era lançado o livro "The Doors of Perception" (As portas da percepção) de Aldous Huxley, que prestigiou o consumo de drogas alucinógenas (daí o nome do conjunto de rock "The Doors"). Dean morreria quatro dias antes da estréia de seu filme em Nova Iorque, num desastre automobilístico, sem sequer imaginar a influência maléfica que representara à esta geração. A rebelião se tornou o tema principal das músicas, em especial do rock, e a violência a linguagem universal usada pela juventude até os dias de hoje. Definitivamente a 'semente da violência' encontrou solo fértil. As normas morais e os padrões de condutas sociais estavam rompidos, a juventude mergulhava de 'cabeça' nas bolinhas, nas bebedeiras, no LSD e suas visões cósmicas e alucinógenas, nas experiências e depravações sexuais. Podemos classificar a rebelião em 5 temas principais: violência, sexo, drogas, ocultismo e hedonismo. Estudaremos em primeiro lugar a violência. Um médico, ao pesquisar por que havia tanta violência nos shows de rock, descobriu que o hormônio que é injetado no sangue quando uma pessoa se zanga é o mesmo produzido quando uma pessoa ouve rock. A violência na música atingiu seu clímax com o movimento Punk que, carregado de crueldade e sadismo, é contrario a todos os princípios aceitos pela sociedade. O Punk-Rock é mais que um estilo de música, é também uma filosofia de vida, de comportamento. Seus seguidores colocam correntes, brincos e alfinetes espetados nos mais diversos locais do corpo. Foi o grupo Sex Pistols que inaugurou o punk-rock com todo tipo de insultos, agressões e obscenidades.
Citaremos em seguida várias letras de músicas abrangendo o tema, pois os efeitos da música se tornam mais maléficos, quando reforçados pela mensagem da letra e influência da personalidade dos artistas. Citaremos também alguns trechos de entrevistas e declarações contendo referências à violência e rebeldia na musica popular em geral, dadas por pessoas que, de alguma forma estão envolvidas no mundo da música (várias delas já falecidas). Alguns podem estar em grupos diferentes dos citados, pois podem mudar várias vezes.
Alice Cooper - Declarou: "Rebelião é a base para o nosso grupo. Alguns dos jovens que nos escutam realmente são dementes; mas eles olham para nós como heróis porque seus pais nos odeiam tanto". Às vezes corta a cabeça de um cachorro no palco e a joga para a platéia, que fica louca para pegá-la, com o sangue ainda saindo. Outra vez fez o mesmo com um bode, só que jogou os intestinos na platéia.
Allen Lanier - Um integrante do grupo "Blue Oyster Cult" declarou: "Rock and Roll tem emoções realmente violentas... Há muita violência, muita agressão na música".
Beatles - Tem uma canção intitulada "She's leavin'home" (Ela está deixando a casa), enaltece uma jovem que sai de casa, atras de prazer e alegria no mundo, para fazer o que ela quer.
Bruce Dickinson - Do grupo Iron Maiden (Virgem de Ferro - um antigo instrumento de tortura usado na Idade Média) declarou: "Tortura. Uma loucura total. Eis a nossa música".
Dead Kennedys - Em uma de suas faixas, cantam: "
Eu
 mato crianças, eu gosto de vê-las morrer. Eu mato crianças para fazer suas mães chorarem. Esmago-as com meu carro, eu as quero ouvir gritar. Dou-lhes doce envenenado para estragar seu dia dos bruxos". Apesar de se tratar de uma sátira, infelizmente para muitos acaba valendo a mensagem explícita...
Frank Zappa - Líder dos "Mothers of Invention" declarou: "Os sons altos e as luzes brilhantes de hoje são instrumentos tremendos para doutrinação. É possível modificar a estrutura química humana com as combinações certas de frequências. Se o rítmo certo faz você balançar o pé, que tipo de rítmo faz você dobrar o punho e bater?".
Gabriel Pensador - Na música 'Playboy' ele canta: '...apenas mais um motivo pra eu tirar o sarro, sacanear o mendigo é a maior diversão...' Pouco tempo depois alguns jovens de classe média alta de Brasilia (playboys) atearam fogo em um indivíduo (índio da tribo Pataxó) que dormia debaixo de um abrigo de ônibus, pensando que era um mendigo... Mais um caso de sátira. Será que todos entenderam a mensagem?
Gal Costa - O jornal O Estado de São Paulo cita uma declaração dela que o seu disco "Profana" tem muito da sua personalidade: "Esta coisa de irreverência, de liberdade de viver e cantar o que quero, sem preconceito".
Jim Morrison - Ex-integrante do "The Doors" declarou: "Somos políticos e eróticos. O que nos interessa é a revolta e a desordem...".
Joelho de Porco - A revista Veja (31/05/84) faz a seguinte declaração a respeito do grupo: "O fato é que o 'Joelho' sempre faz a coisa com muito deboche e irreverência, do jeito que o rock brasileiro precisa ser".
John Phillips - Integrante dos "Mamas and the papas" declarou que qualquer músico, controlando cuidadosamente o ritmo, pode controlar a histeria da audiência. Para provar esta tese cientificamente, eles provocaram um tumulto num show em Phoenix.
Johnny Rotten (Joãozinho Podre) - Líder do grupo Sex Pistols declarou: "Sou um anti-Cristo... Quero é destruir".
Keith Richard - Integrante dos Rolling Stones declarou: "Nossos verdadeiros seguidores... são os hippies... Todos eles pensam como nós e estão disputando as imoralidades principais desta sociedade de hoje: a guerra no Vietnã, ilegalidade do aborto, e a perseguição dos homossexuais".
Paul Cantor - integrante do "Jefferson Airplane" declarou: "A nova música rock é planejada para alargar a brecha entre as gerações, alienar os pais dos seus filhos, e preparar os jovens para a revolução".
Legião Urbana - no álbum "As 4 estações" tem uma faixa intitulada "Pais e filhos" que diz: "Quero colo, vou fugir de casa...".
Mário de Castro - Baixista e vocal do grupo Cadilaque, declarou: "Nós somos selvagens e nunca seremos um conjunto apenas vocal, tudo certinho. Nosso rock é ser contra, forte, contestador, com agressividade musical".

Ozzy Osbourne - Durante uma reunião executiva da CBS, deu uma mordida na cabeça de uma pomba viva, para que se lembrassem dele daquela maneira, enquanto cuspia os restos na mesa onde estavam reunidos. Durante um show em Iowa, nos Estados Unidos, em janeiro de 1982, matou a dentadas um morcego doado por um espectador, cuspindo os restos diante da platéia que delirava com isso (imagem à direita).

Raul Seixas - Depois de assistir ao filme "Rock around the clock" com uma turma, fizeram um estrago total no cinema. "...A gente quebrou o cinema todo, era uma coisa mais livre,... eu senti que ia ser uma revolução incrível. Na época eu pensava que os jovens iam conquistar o mundo..." Ele assistiu o filme "A hard day's night", dos Beatles cerca de 11 vezes, e "O prisioneiro do rock" nada menos que 28 vezes. "...eu usava o rock como revolta, uma revolta irracional. Mas os Beatles canalizaram a coisa, eles mostraram o outro lado de tudo... Influenciado por eles eu comecei a compor...", "...A gente procurava briga na rua, quebrava vidraça e roubava bugigangas nas lojas, como nos filmes. Eu não gostava muito daquilo, mas como o rock estava ligado a uma maneira de ser (ou pelo menos eu pensava), eu ia na onda.
René Jarrait - ex-integrante do grupo "Menudo" foi apresentado pela Folha de São Paulo (16/12/1984) como "o rebelde do rock".
Roberto Carlos - compôs juntamente com Erasmo Carlos, em 1966, a música "Quero que vá tudo pro inferno" que rompia com as normas e padrões sociais da época.
Roger - o jornal O Estado de São Paulo, falando a respeito dele (guitarra e vocal da banda "Ultraje a Rigor"): "Esse estilo debochado, irreverente, é a base do rock".

Backward Masking
Backward Masking , é uma técnica usada por musicos e publicitários, para inserir mensagens subliminares em músicas e jingles. A técnica Backward Masking, se resume em colocar mensagens invertidas em musicas, sendo assim, elas somente serão percepitíveis se a música for executada ao contrário.
Alceu Valença - Na música "Anunciação", quando executada ao contrário, ouve-se duas mensagens:
1ª primeira:"Tudo isso nós dois.... Domingo de manhã vamos sair e curtir....Anjo sujo é Jeová".
2ª segunda:"Servo, Servo"
Beatles - No final da música "Rain", percebe-se palavras embaralhadas, mas quando executada ao contrário, constata-se que somente são trechos da música.
Claudinho & Buchecha - Na música "Uma noite e meia", quando executada normalmente no trecho ouve-se várias vezes "uma noite e meia virando sereia", porém quando executada ao contrário ouve-se "Arere é sangue, arerê é do diabo".
Def Leppard - Uma das mensagens mais nítidas é a que há na música "Rocket", quando executada ao contrário, percebe-se em vários trechos a frase: "we're fighting with the gods of war" ("Estamos lutando com os deuses da guerra").
Eagles - Na conhecidissima música "Hotel Califórnia", quando executada ao contrário, ouve-se frases de cunho religioso fazendo referências ocultistas, sendo que uma delas é a seguinte frase: "Yes Satan" ("Sim Satanás").
Engenheiros do Hawai - Se você ainda tem dúvidas quanto as mensagens subliminares, então preste atenção. Na música "Ilusão de Ótica", quando executada normalmente no trecho ouve-se "Olha, não roda assim, não gosto que rode assim...", porém quando executa ao contrário, ouve - se o seguinte: "Por quê você está ouvindo isto ao contrário, o que você está procurando, hein?".
George Harrison - Quando você ouve a música "My sweet lord", você pensa que ele está falando de Jesus, porém se você prestar atenção, o coral repete no fundo, "hare krishna" (deus hindú).
Gabriel o Pensador - Na música "Lôra Burra", no trecho "lora bura, lora burra, lora burra...", quando executada ao contrário encontra-se a seguinte mensagem: "Raul falou, Raul falou, Raul falou... do diabo, espaçonaves...". Estaria ele fazendo menção à obra de Raul Seixas?
Iron Maiden - Na música "Still Life", Onde o baterista Nico Mcbrain pronuncia em dialeto rasta a frase: "what ho sed de t'ing wid de t'ree bonce" ("o que disse o monstro de três cabeças") e em inglês "don't meddle wid t'ings you don't understand" ("Não brinque com coisas que não entende").
Led Zeppelin - Na mais famosa música da banda, "Stairway to Heaven", foram encontradas várias mensagens:
1ª primeira: "Oh it's my sweet Satan" ("Oh, é meu doce satanás").
2ª segunda: "The one will be the path would make me sad whose power is Satan" ("Único será o caminho que me deixará triste, cujo poder é Satan").
3ª Terceira: "wish it would snow" (Eu gostaria que nevasse").
4ª Quarta: "Six, six, six" ("Seis, seis, seis").
Na música "Over the Hills and Far Away" (Led Zeppelin), quando executada ao contrário, pode ser ouvida a seguinte mensagem: "Satan's really lord" ("Satanás relmente é o senhor").
Legião Urbana - Na música "Pais e Filhos", no trecho "...Fugir de casa, posso...", quando executado ao contrário, ouve-se a mensagem: "...satanás aqui...".

Capa do disco "Mania" do grupo MenudoMenudo - Na música "Não se reprima", no trecho em que se repete várias vezes "não se reprima", quando executado ao contrário ouve-se várias vezes "satanás vive".

Pink Floyd - Na música "Empty Spaces", quando executada ao contrário percebe-se a voz de Roger Waters falando: "Congratulations, You have just discovered the secret message. Please send your answer to 'Old Pink', Care of the funny farm, Chalfont..." ("Parabéns, Você descobriu a mensagem secreta. Por favor envie sua resposta para o Velho 'Pink', aos cuidados da engraçada fazenda, Chalfont...").
Prince - Na música "My Darlind Nikki", quando executada ao contrário, percebe-se um coral evangélico cantando sendo que um dos trechos diz: "Hello? How are you? I'm fine, cause I know the Lord is comming!" ("Olá, como vai? Eu vou bem, pois sei que o Senhor está vindo!").
Roberto Carlos - Na música "Guerra dos meninos", no trecho "...Vi minha esperança na voz de um menino que sorrindo me acompanhava...", quando executado ao contrário ouve-se a 1ª mensagem e no trecho "...onde já marchavam mais de cem....", quando executado ao contrário, ouve-se a 2ª segunda mensagem.
1ª primeira - " ...O inimigo sim, o mínimo Jeová, essa legião inimiga..."
2ª segunda - "...E esse diabo vai chamar de novo..."
Raul Seixas - Na música "Maluco Beleza", quando exexutada ao contrário, ouve-se nitidamente a seguinte mensagem: "Ih, Jesus tá fo**!" ("fo**" = palavrão/xingamento).
Na música "Mosca na Sopa", que na verdade é "1 ponto" ou uma cantiga do candoblé e que foi gravada em um terreiro, quando executada ao contrário percebe-se duas mensagens:
1ª primeira: Ele sussura por duas vezes a palavra diabo.
2ª segunda: Ele pronuncia a frase: "Ouça o sinhô zumbi, vai......ocê"
Xuxa - Na música "Meu cãozinho xuxo", quando executada ao contrário, ouve-se a seguinte mensagem: "Meu Anjo é o Diabo e o mundo tem que ter esse seu amor que recebo". Na música "Marquei um X", observe que ela fala três vezes o X (Xis), ou seja, Xis, Xis e Xis, considerando que Xis invertido é Six (Seis em inglês), teremos Six, Six e Six (Seis, Seis e Seis - 666). Esta mesma música quando executado ao contrário, ouve-se a seguinte mensagem: "Jesus é exu, exu é ei". Na música "Doce Mel", quando executada ao contrário, ouve-se a seguinte mensagem: "Adore Hare Krishna (deus hindú), afronte Javé".
Zélia Duncan - Na música "Minha fé", no trecho "a minha fé........espero me quero...", quando executada ao contrário encontra-se: "e é macio saber que os vazamentos nem suja a mão e assusta mais...".